Imunoterapia e a negativa do plano
A imunoterapia integra protocolos modernos de câncer de mama, com destaque para o pembrolizumabe em cenários como o triplo negativo. A operadora frequentemente alega ausência no rol, falta de enquadramento na DUT ou uso off-label.
Pela jurisprudência em oncologia, o plano pode delimitar doenças cobertas, mas não substitui o médico assistente na escolha da terapêutica quando há registro na Anvisa e indicação fundamentada.
Nossa atuação avalia a negativa, o laudo oncológico e a prova científica para orientar pedido de cobertura, tutela de urgência e, se cabível, indenização por recusa abusiva.